Ciclo de Ideias: Google como Ferramenta de Marketing

Olá pessoal,

 

Eu já tive oportunidade de participar e garanto que vale a pena, o evento é curto e o espaço é pequeno, porém é sempre importante ouvir a opinião que quem vive o dia-a-dia do mercado publicitário curitibano.

 

Segue as informações Via: Site Livrarias Curitiba

 
30 de julho
19h30 quinta-feira
Ciclo de Ideias

Este mês, o “Ciclo Ideias que Funcionam – Livrarias Curitiba OpusMúltipla” debate o tema “Google: Cases de sucesso de empresas que usaram a principal ferramenta da Internet”. Para tratar do assunto, os profissionais Fernando Kanarski, analista de Search Marketing da OpusMúltipla e dono do blog www.undergoogle.com, e Fabiano Cruz, diretor de Criação em Web da OpusMúltipla, mostram alguns cases onde o papel do Google foi o fator essencial para a conquista do sucesso.

Local: Shopping Estação

 
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Se voce que lê esse blog, obrigado antes de mais nada, e souber de algum evento de publicidade e comunicação em Critiba ou região e quiser indicar, pode me enviar por email que ele vira post aqui no blog. Não precisa escrever detalhamente do que se trata, me envia o link e eu publico com os devidos créditos.

Email: geraldo.pprop@gmail.com / geraldo.franca@yahoo.com.br


 

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Posted 4 months ago

91 Debate & Rebate - Hoje às 21 horas

Olá pessoal,
 
O programa debate e rebate da 91 Rock sempre trás conteúdo interessante do meio publicitário. O tema do programa de hoje é Integração dos meios em comunicação.
 
Segue as informações via: CCPR
 
Integração dos meios em comunicação
 
Para falar sobre a tendência cada vez maior de união entre as várias disciplinas da comunicação, o CCPR convidou para participar do 91Debate&Rebate desta segunda-feira (27) Marcelo Velloso, head de marketing do HSBC Bank Brasil, Viviane Camargo, diretora de atendimento da CCZ Comunicação e Renato Cavalher, diretor geral de criação da OpusMúltipla. O HSBC é um dos grandes exemplos de anunciantes que integram diversas ferramentas em sua comunicação. Como consequência teve várias peças premiadas em diferentes categorias do último Festival do Anuário do CCPR. A OpusMúltipla e a CCZ são duas das principais agências de Curitiba que trabalham muito bem as diferentes áreas da comunicação. Vale a pena se conectar e ouvir o que esse trio experiente tem a contar.

Se você já tem alguma dúvida ou curiosidade sobre o assunto, prepare sua pergunta e mande para debate@ccpr.org.br.

O programa começa às 21h na 91,3 FM ou pela Internet em www.91rock.com.br. O programa é mediado pela jornalista Luciana Pombo.

Sobre os convidados (da esquerda para a direita):

Marcelo Velloso é formado em Economia pela UFRJ e pós-graduado General Management pela Harvard University. Está no HSBC desde 1999 e foi responsável pela gestão do relacionamento com clientes pessoa física, segmentação de clientes, ofertas de comunicação, promoção e planejamento de vendas. Marcelo iniciou sua carreira na Gillette, onde ocupou posições em Marketing tanto  no  Brasil  como  no  exterior.  No  HSBC, ele atuou como Gerente de Marketing e Produtos, Diretor Adjunto de Marketing, Diretor de Marketing da Losango e Diretor de CRM.

Viviane Camargo é formada em Publicidade e Propaganda e pós-graduada em Planejamento Estratégico pela ESPM-SP; Tem 17 anos de experiência em comunicação. Atuou como diretora de contas e diretora de atendimento em grandes agências do mercado nacional, como DM9DDB, McCann-Erickson e JWT, onde trabalhou com clientes como TAM, Honda Motos, Itaú Seguros, L´oreal, Grupo Positivo, HSBC, entre outros.

Renato Cavalher é formado em Comunicação Social pela Fundação Armando Álvares Penteado, com especialização em redação publicitária pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, ambas em São Paulo. Trabalhou como redator em várias agências paulistas, até se mudar para Curitiba em 1991, onde foi diretor de criação da Exclam, sócio da Z. Publicidade e vice-presidente nacional do grupo Master/JWT. Em 2003 volta para Curitiba para assumir a direção geral de criação da OpusMúltipla Comunicação Integrada. Foi também sócio fundador do Clube de Criação do Paraná e presidente da entidade entre 2004 e 2008. Já conquistou os principais prêmios nacionais e internacionais de comunicação.

Serviço
91Debate&Rebate
27/07 às 21h
91,3 FM ou www.91rock.com.br

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Posted 4 months ago

Palestra: Novas Mídias para Novos Consumidores

A dica é do próprio palestrante Ney Queiroz via: www.midiaeconsumo.com.br
 
No próximo sábado, dia 01/08, ministrarei a palestra "Novas Mídias para Novos Consumidores" no Ciclo de Palestras PósOpet. Breve resumo do tema:

A internet e as novas tecnologias têm contribuído para a formação de uma nova sociedade e de um novo consumidor. Um consumidor mais exigente, menos fiel às marcas e que busca cada vez mais interação com os meios de comunicação e com os produtos e serviços que consome. É nesse cenário que despontam as "novas mídias", ferramentas que visam aproximar as marcas anunciantes de seu público, através de ações mais personalizadas e pontuais. A palestra aborda estas transformações e destaca a necessidade dos profissionais conhecerem e se adaptarem a essa nova realidade.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui (selecionando "marketing"):
 
 
Ney Queiroz Azevedo: 
 
É formado em Comunicação Social e Direito. Mestre pela PUC-PR, é Professor de Mídia, Novas Mídias, Marketing e Direito do Consumidor na UniBrasil. Professor do MBA em Marketing e Publicidade da Universidade Positivo. É Diretor Executivo da CenterMídia, empresa do Grupo Outdoormídia e Consultor de Comunicação e Marketing de empresa multinacional do setor de energia.

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Posted 4 months ago

Paraná não quer palavras estrangeiras na Publicidade

Fonte: Gazeta do Povo
 

O governo do Paraná vai proibir o uso de palavras em outros idiomas em propagandas (sic) e obrigar a tradução dos anúncios. É o que prevê um projeto inusitado de autoria do governador Roberto Requião (PMDB), que foi aprovado segunda-feira, 13/07, pela Assembleia Legislativa. Se passar por mais duas votações, a medida deve virar lei estadual.


A justificativa do governo é que é necessário o reconhecimento e valorização da “língua patria”, além de facilitar a compreensão da população que não domina idiomas.
De acordo com o projeto, a tradução deverá ter o mesmo tamanho que as palavras estrangeiras. Shoppings, restaurantes, casas noturnas, cartazes e vitrines do comércio, por exemplo, terão que explicar para o consumidor o que é “sale”, “off” ou “delivery”.

Expressões

Com a nova lei defendida pelo governador, essas palavras ou expressões só poderão ser colocadas om suas respectivas traduções: “liquidação, “desconto” ou “entrega a domicílio”. Seguindo esse raciocínio, difícil imaginar como ficam os substantivos “mouse”, “web”, “lap top”, entre outros.

Quem descumprir a lei poderá receber multa de R$ 5 mil reais.
O projeto de Requião é uma cópia de lei semelhante sancionada em maio deste ano pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB).

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Posted 4 months ago

Impressões do Café Intercom Fnac ontem

Onde participei do Café intercom, evento realizado pela Fnac em parceria com a Intercom.

 

O pape-papo foi entre o jornalista e professor José Marques de Mello autor do livro “Jornalismo, Compreensão e Reinvenção” e de mais de uma dezena de livros na área e Tomás Barreiros, especialista em Língua Portuguesa, mestre em Comunicação e Linguagens, diretor regional Sul do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo e presidente do Instituto Cultural de Jornalistas do Paraná.

 

O assunto girou em torno do Livro do professor José, que fala das mudanças no jornalismo ocorrida nos últimos anos.

 

O autor possui 50 anos de jornalismo.

 

Mas não pense que a conversa girou em torno do "no meu tempo as coisas eram assim ou assadas" a fala do professor é totalmente voltada para questões contemporâneas e futuras no campo jornalístico e seu papel na sociedade.

 

O meu objetivo aqui não escrever uma resenha do evento, cito aqui alguns pontos interessantes dessa conversa. Os tópicos não são literalmente o que disse o professor, são impressões minhas sobre o assunto conversado.

 

1. O jornalismo continua com praticamente a mesma proporção de leitores que tinha no passado. O Brasil cresceu, mas os jornais não ganharam novos leitores, ele é acessado por uma elite, pois ele não fala a língua da maior parte da população, por isso as pessoas não lêem jornal.

 

2. Quando diz que o jornal não fala a língua da população, o professor não quer dizer que o jornal precisa baixar seu nível de linguagem, mas sim que precisa criar mecanismos para conquistar a atenção do público e quando ele se tornar cativo, ir tornando as matérias mais elaboradas do ponto de vista da linguagem e da cultura, ele deve evoluindo com o leitor e não escrever numa linguagem complexa logo de cara, pra um leitor que possui um nível cultural limitado devido a realidade do nosso país.

 

3. Um dos pontos abordados é que para se tornar atraente para a maior parte da população, o jornal precisa explorar mais o jornalismo utilitário (de serviço). O leitor precisa sentir que o jornal é útil na vida dele. O jornal deve se aproximar do cotidiano das pessoas. Ele cita como exemplo os jornais de bairro, que fazem sucesso entre os moradores das camadas mais pobres, pois estão próximos da realidade das pessoas e participam do cotidiano delas.

 

4. O professor também fala que os jornais não devem se esquecer dos nichos, de continuar produzindo material de qualidade e mais aprofundado para atingir um publico mais aculturado que se interessa em ler matérias que analisam os assuntos da semana.

 

5. As novas mídias não vão 'matar' os jornais, porém elas estão causando mudanças na forma como este é visto e consumido pela sociedade. Ele cita que quando houve o surgimento do radio também se pensou que este acabaria com os jornais, visto que sua abrangência e rapidez para levar a informação são maiores. Mas isso não correu pelo fato das mídias serem complementares e não concorrentes.

 

6. Falou-se sobre a influência do formato do jornal na leitura, a conclusão é que estudos de acordo com cada localidade poderão identificar qual formato melhor se aproxima da realidade das pessoas, que farão com que ele se sinta melhor consumindo.

 

7. Sobre o fim da obrigatoriedade do diploma: O professor se posicionou contra do ponto de vista que outras profissões no Brasil possuem a obrigatoriedade de diploma e outras não e isso gera certa confusão, e porque o jornalismo deve ficar de fora.

 

E a favor do ponto de vista que isso fará com que as faculdades melhorem a qualidade do ensino e causará o fim das fábricas de diploma, visto que as faculdades que melhor formarem os profissionais conseguiram mais alunos por sua referência em ensino e não por prometer diploma fácil.

 

8. Ainda sobre a formação, disse acreditar que as empresas continuaram a contratar primando pelo diploma e citou alguns veículos que se posicionaram como sendo a favor do diploma, e também a qualidade do ensino e da formação do aluno será o referencial do mercado e que os bons profissionais continuaram se destacando e obtendo sucesso.

 

9. O professor falou que faz parte da comissão que avalia a qualidade do ensino do jornalismo no Brasil, e que estão sendo providenciadas mudanças para melhorar a formação e a não obrigatoriedade do diploma pode ser considerada o primeiro passo desse processo.

 

10. Para concluir, falou que o problema da formação, está no fato de a faculdade, que deveria ser a vanguarda da sociedade, acaba ficando a reboque dela. Que as faculdades se distanciaram da realidade das empresas. Que o aluno quando entra pra faculdade de jornalismo percebe essa defasagem e desanima. Que a rápida expansão da sociedade e da oferta de vagas não for acompanhada pela academia, não houve uma melhor formação e preparação dos recursos humanos das instituições.

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Posted 4 months ago

E tudo acaba em Banner

Acabo de ler no blog do curso de criação da ESPM que o Twitter começou a comercializar espaços publicitários abaixo das informações do perfil dos usuários.

 

Bom não preciso falar que na minha opinião isso é uma piada pronta.

 

Voltas e mais voltas em torno do potencial das novas ferramentas de comunicação e dos microblogs, palestras, workshops, cursos e milhares de posts depois o Twitter arruma uma forma inovadorassística de gerar receita.

 

Parabéns pra eles e para empresas anunciarem lá.

 

Descobriram a roda. Salvaram a propaganda. Quero ver o que os entusiastas do Twitter vão dizer.

 

Não que eu ache errado colocar banner seja lá onde queiram, mas questiono a eficácia, só isso.

 

Tudo que foi falado em Cannes sobre engajamento, conteúdo, emoções, contar histórias que envolvam o consumidor, e tudo o mais, foi por água abaixo olhando por essa perspectiva. 

 

Agora é esperar pra ver até onde isso vai. Grandes portais agora têm o desafio de continuar gerando conteúdo mais criativo que o Twitter, porque o formato de gerar receita é o mesmo.

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Posted 4 months ago

CAFÉ INTERCOM NA FNAC - “Jornalismo, Compreensão"

 
Data: Terça-Feira 7/7/2009 19:30

A Fnac traz ao palco de eventos a nova banda de Marcos Neguers, que assim como o seu trabalho solo, vem com uma nova linguagem musical, mais inclinada para a Soul Music e suas vertentes como o Funk, Dub e R&B. As composições da miniStereo Grooves mergulham numa atmosfera muito particular, envoltas de muita identidade e verdade. Venha conhecer esse som de Gustavo Proença (percussão e trumpete), Rick Mazza (Baixo), Dérico Berté (Guitarra), Didi Bernardino (teclados/programações) num pocket show especial na Fnac.

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Posted 4 months ago

Fórmula nada secreta do Guaraná

Algumas pessoas gostaram outras nem tanto, mas a nova campanha para o Guaraná Antarctica (Fórmula secreta ) foge do posicionamento que a bebida vinha adotando nos últimos anos.

 

Falar em fórmula secreta, códigos, segredos guardados a sete chaves que a concorrência tenta copiar. Como assim?

 

Se não estou enganado, outra bebida já ocupa este espaço na mente do consumidor. E é a Coca-Cola.

 

Mesmo que não tenha propositalmente se posicionado dessa forma a Coca-Cola ocupa hoje o espaço de marca que tem uma fórmula secreta que a concorrência sempre tentou copiar, mas nunca conseguiu.

 

Ou seja. O guaraná está tentando se posicionar, a meu ver, de forma descolada do que o consumidor sente em relação a ela.

 

Tudo bem que tem aquela questão, de fórmula original, que é do Brasil e que ninguém consegue copiar. Mas a eficácia de usar isso como argumento é questionável.

 

Se não houvesse a Coca-Cola, que já gera essa curiosidade em torno da fórmula, até vai, mas não é o caso.

 

Já pensou de a Assolan resolve dizer que tem "mil e uma utilidades", Itaú passa a dizer que é um "banco completo" e os postos Esso que são "apaixonados por carro como todo brasileiro"?

 

Não estou dizendo que o Guaraná copiou a Coca-Cola e sim que o consumidor percebe quando esse tipo de posicionamento é batido.

 

Não recebi nadam de nenhuma das partes para escrever este texto, mas como consumidor de ambos, tenho comigo que a estratégia do Guaraná não o fará perder mercado, mas não mobilizará nada para que aumente.

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Posted 4 months ago

Rede social é o Orkut e o resto?

Orkut é rede social, o resto é moda.

 

Seguindo a mesma linha do que fala o Fernand Alphen´s em seu blog, também sou da opinião que rede social de verdade é o Orkut.

 

Pesquisa realizada pela agência F/Nazca mostra como é a relação do brasileiro com a rede social, que já é usada por aqui tanto quando e-mail.

 

Em minhas observações em lan houses, pude constatar o Alphen´s já tinha comentado em seu texto, que as pessoas não estão interagindo usando o twitter, ou o facebook, mas sim, em sua grande maioria, pelo o Orkut.

 

Domingo passado esta eu lá em uma lan, e, das 8 pessoas que lá estavam 6 usavam o Orkut.

 

Algumas delas usavam também o Skype e o Orkut.

 

Ex. identifica quem está On-line pelo Orkut e convida para conversar pelo Skype.

 

Mas nada de desconectar a rede social enquanto se conversa. Elas pesquisam juntas coisas nos perfis e comunidades dos outros e interagem sobre o que estão encontrando de interessante neles.

 

E o que mais faziam no Orkut?

 

- Viam fotos que os amigos e estão postando;

 

- "Fuçam" nas comunidades dos seus adicionados para achar pontos em comum e também participar;

 

- Procurar amigos do colégio que não vêem a anos;

 

- Saber se a ou o "ex" já está em outra;

 

- Começar um bate-papo virtual com aquela pessoa da qual quer se aproximar (pra paquerar);

 

- Saber se pessoal do colégio está falando ou onde é que galera vai se encontrar a noite.

 

E muito mais coisas. É só parar para ouvir e ver o que as pessoas comuns estão falando e principalmente, fazendo na rede social, que vocês verão.

 

Ouvi alguém dizer que facebook pode deslanchar no Brasil porque tem muito mais ferramentas que o Orkut.

 

Discordo um pouco com essa afirmação.

 

A grande massa que tomou conta do Orkut não tem tanta intimidade com os 300 recursos lançados em redes sociais e microblog´s todos os dias.

 

As pessoas querem ser vistas e aparecer, mostrar fotos. E o Orkut resolve esse problema, o resto o povo até se interessa, como a correria das pessoas em abrir conta no twitter após matéria da rede globo, mas logo deixa de lado, pesquisas já identificaram que 90% das mensagens desse microblog são geradas por 10% dos usuários.

 

Isso é rede social? Não isso pra mim é monólogo.

 

Não estou enterrando twitter e facebook antes da hora. Só estou debatendo com quem está enterrando um gigante com sucesso inigualável no Brasil.

 

As marcas ainda nem aprenderam a ganhar dinheiro com o Orkut e já foram navegar em mares desconhecidos.

 

Será que é o desespero da crise da propaganda que faz todo mundo correr de um lado para o outro sem um foco coerente?

 

Enquanto as marcas não souberem o que movem os usuários a fazer o Orkut o sucesso que é hoje no Brasil e não tirarem proveito desse canal, não vão fazer isso em redes sociais novas.

 

E para fechar: twitter não é rede social, facebook é, só que não aqui no Brasil.

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Posted 5 months ago

91 Debate&Rebate (Criação x Planejamento)

Olá pessoal,

 

Na próxima segunda-feira, 06 de Julho, acontece mais um programa 91 Debate & Rebate, que vai ao ar pela 91Rock, 91,3 FM, às 21h00min todas as semanas.

 

O tema do próximo programa é a relação entre atendimento e criação, como se dá, quais são os principais embates.

 

Os programa, terá a participação de Marcelo Romaniewicz (vice-presidente de atendimento e planejamento da Master), Erika Herkenhoff (diretora executiva da Competence Curitiba) e Alexandre Silveira (diretor de criação da Bronx).

 

O programa é realizado pelo CCPR e tem como proposta debater temas relacionados ao mercado publicitário, sempre envolvendo profissionais de agências, anunciantes e veículos de comunicação.

 

Perguntas poderão ser enviadas para: debate@ccpr.org.br

 

O programa também pode ser acompanhado pelo site da rádio.

 

Abraços e até a próxima.

 

Via

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Posted 5 months ago